IV Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

“Compartilhar inteligência e conhecimento é a maior riqueza da humanidade. Esta é a proposta do software livre: socialmente justo, economicamente viável, tecnologicamente sustentável.”

O Fórum de Tecnologia em Software Livre – FTSL é um evento promovido há quatro anos, na cidade de Curitiba, onde são ministradas palestras, minicursos, oficinas e workshops relativos ao Software Livre, modelo de negócios para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que privilegiam o compartilhamento de conhecimento e cooperação entre pessoas e empresas.
Com um público-alvo formado por empresas públicas e privadas, profissionais liberais, estudantes e a comunidade em geral, o evento possibilita a discussão e o intercâmbio de soluções para vários segmentos de softwares de infraestrutura, plataformas e aplicações para usuários finais.

TEMÁRIO

  • Cases de sucesso em SL.
  • Linguagens de desenvolvimento.
  • Banco de Dados.
  • Licenciamento de Softwares.
  • Serviços em Software Livre.
  • Desenvolvimento de Jogos.
  • Computação em Nuvem.
  • Outros.

PALESTRAS

Duração de 45 minutos com exposição de diferentes temas contemplados na grade de programação.

MINICURSOS

Duração de 4 a 8 horas vinculados ao temário proposto.

23 a 24 de Julho de 2012
Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná
Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 210, Jardim das Américas
Curitiba – PR, CEP 81531-970

Localize no Google Maps

Mais informações: http://ftsl.org.br/

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Lançamento: Rom Biografia Não Autorizada. Volume I – A Criatura do Espaço

X-Men, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem de Ferro, Capitão América… Depois de várias produções, a Marvel vive seu melhor momento no cinema com o filme dos Vingadores. Mas existe uma parte do Universo Marvel que está oculta sob as brumas do esquecimento… uma parte que está lançada no Limbo da obliteração das obras criativas.

O Mundo Esquecido dos Quadrinhos Marvel é o subtítulo do documentário Rom Biografia Não Autorizada, hexalogia centrada em Rom, o Cavaleiro do Espaço, que entre outras coisas salvou a Terra de uma invasão alienígena, bem mais ameaçadora do que a vista no filme dos Vingadores.

Rom Biografia Não Autorizada - Volume 1 - A Criatura do Espaço

Rom Biografia Não Autorizada - Volume 1 - A Criatura do Espaço

O primeiro volume, A Criatura do Espaço, está à venda na loja do PerSe.

Se estiver desconfiado que seus vizinhos, amigos e colegas de trabalho são alienígenas infiltrados, é melhor ler este livro.

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Made in USA

Estava me debatendo com o programa de solicitação de visto do Departamento de Estado dos EUA. Pedi para um colega tirar algumas fotos minhas, pra fazer o upload. Verifiquei os requisitos da foto e os exemplos e tentei diversas vezes fazer o upload. Recortei, redimensionei, baixei a resolução, mas a aplicação parou nesta mensagem:

Head size or position relative to image dimensions may be incorrect

A minha dúvida era se eu realmente sou um cabeçudo e devia me candidatar ao papel de Líder no próximo filme solo do Incrível Hulk, ou se eu não sabia centralizar uma cabeça dentro de um retângulo.

Em determinado momento, fiquei pensando se não havia um bug na aplicação. Não é porque é made in USA que não vai ter bugs.

Observe, a imagem seguinte é da página do Bureau of Consular Affairs.
Nela temos um exemplo de foto incorreta e correta.

Exemplos de fotos para solicitar visto aos EUA

Exemplos de fotos para solicitar visto aos EUA

Fiquei pensando se o programa estava funcionando, já que rejeitava todas as fotos que eu tentava mandar. Já estava me sentindo o Corcunda de Notre Dame, quando pensei em tentar fazer upload de uma das fotos que eles indicavam como bom exemplo. Veja só o que aconteceu:

Software dos EUA rejeita o próprio exemplo de foto

Software dos EUA rejeita o próprio exemplo de foto

Quer dizer, a foto dada como exemplo não se encaixa nos padrões requeridos. Isso é made in USA.

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IV Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre

Em sua quarta edição, o Fórum será realizado de 23 a 24 de julho na cidade de Curitiba, no campus politécnico da Universidade Federal do Paraná. O evento será composto por minicursos, oficinas, workshops, painéis e palestras proferidas por convidados de grande renome na área tecnológica.

Objetivo do evento:

  • Demonstrar a qualidade e o crescimento regional na área tecnológica;
  • Incluir a cidade de Curitiba no calendário nacional de eventos de Software Livre;
  • Promover e estimular o compartilhamento de experiências entre comunidades de Software Livre e empresariado visando maior integração entre as partes;
  • Promover o uso e o desenvolvimento de software livre e de código aberto como alternativa econômica a pequenos, médias e grandes empresas, sobre as tradicionais soluções proprietárias de custos de licença elevados;
  • Estimular o desenvolvimento de tecnologia local com o uso do software livre, seja no campo empresarial, junto à administração pública ou ainda no âmbito acadêmico e comunitário;
  • Oferecer aos participantes um momento de socialização envolvendo a temática do evento.

A chamada de trabalhos está aberta:

http://ftsl.org.br/chamada-de-trabalhos

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Como montar um pen drive no Linux

Coloque o pen drive na porta USB disponível.

No terminal, digite o comando dmesg.

Em suas últimas linhas, ele deve registrar o nome de dispositivo usado pelo pen drive.

Crie um diretório para mapear o pen drive. Por exemplo, no diretório /media, digite o comando mkdir /pendrive

Se o pen drive foi detectado em /dev/sdb1, por exemplo, então monte assim:

mount /dev/sdb1 /pendrive

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Como criar Pacotes Debian – parte 1

Dentre as distribuições GNU/Linux, a Debian se destaca por seu sistema de empacotamento que facilita muito a instalação de softwares. Se você quer apenas usar um programa e não viver a emoção de compilar um fonte e ficar resolvendo dependências na unha, o sistema de pacotes Debian é perfeito.

Além de usufruir dos pacotes que existem, você pode dar sua contribuição, empacotando um software no formato Debian. Não é só caridade. Se você quer que as pessoas usem seu software, tem que facilitar a instalação dele.

Bem, a documentação Debian contém o guia para criar pacotes. Eu vou tão somente apresentar os passos do meu jeito.

A primeira coisa a fazer é ensaiar. Vamos criar um pacote vazio.

Abra seu terminal.

Digite:

aptitude show package-minimal

Esse comando verifica se já não existe um pacote com o nome especificado (package-minimal). Se você ver esta mensagem:

E: Unable to locate package package-minimal

É porque pode usar o nome.

Com o nome garantido, o próximo passo é criar o arquivo de identificação do pacote, usando o seguinte comando:

equivs-control package-minimal

Abra o arquivo package-minimal, que contém estas linhas:

### Commented entries have reasonable defaults.
### Uncomment to edit them.
Section: misc
Priority: optional
# Homepage:
Standards-Version: 3.6.2

Package: # Version:
# Maintainer: Your Name
# Pre-Depends:
# Depends:
# Recommends:
# Suggests:
# Provides:
# Replaces:
# Architecture: all
# Copyright:
# Changelog:
# Readme:
# Extra-Files:
# Files:

Preencha os campos Package, Version e Maintainer. Tire os comentários das linhas que você vai usar:

Package: package-minimal
Version: 1.0
Maintainer: Flávio Gomes da Silva Lisboa flavio.lisboa@fgsl.eti.br

Grave o arquivo. Em seguida digite o seguinte comando, pra gerar o pacote binário:

equivs-build package-minimal

Você pode verificar que foi criado o arquivo package-minimal_1.0_all.deb. Observe que o nome é montado com o número da versão que você gravou no arquivo package_minimal.

Pra saber se o pacote não tem nenhum problema, use o comando lintian (instale se não tiver). Ele avisa se há algum problema no pacote. Se não houver, ele fica em silêncio.

lintian package-minimal_1.0_all.deb

Pra instalar o pacote via terminal, usamos o seguinte comando:

sudo dpkg -i package-minimal_1.0_all.deb

Pra verificar se foi instalado, usamos este comando:

aptitude show package-minimal

Que nos dará uma saída deste tipo:

Pacote: package-minimal
Novo: sim
Estado: instalado
Automaticamente instalado: não
Versão: 1.0
Prioridade: opcional
Seção: misc
Mantenedor: Flávio Gomes da Silva Lisboa
Tamanho Descompactado: 36,9k
Descrição:
long description and info

second paragraph

É claro que não tem nada instalado de verdade, porque o pacote está vazio. Mas você já sabe como fazer um pacote. Agora vamos removê-lo com este comando:

sudo aptitude remove package-minimal

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Fragmentos de Shell Script: soma de números

Instalação e distribuição de versões de software exigem uma série de comandos repetitivos, mas com parâmetros variáveis. Não dá pra ficar repetindo manualmente uma lista de comandos, mesmo copiando e colando de algum lugar. É improdutivo. Isso tem que ser automático. É para isso que serve o Shell Script no Linux, a linguagem de programação que usa os comandos do sistema operacional.

Arquivos Shell Script podem conter procedimentos extremamente complexos e serem tão legíveis quanto hieróglifos egípcios.
Mas os conceitos são simples. Por exemplo, para somar dois números, podemos ter o seguinte script (soma.sh):

1. #!/bin/bash
2.
3. numero1=$1
4. numero2=$2
5.
6. soma=$(($numero1 + $numero2))
7.
8. echo "A soma de $numero1 com $numero2 é " $soma;

A numeração das linhas não faz parte do conteúdo do arquivo

A linha 1 identifica o shell utilizado para executar o script, no caso, o bash.
As linhas 3 e 4 criam variáveis. Essas variáveis recebem os argumentos passados na linha de comando, que são identificados por números. $1 é o primeiro argumento e $2 é o segundo argumento.
Na linha 6 fazemos a soma. O $() mais externo faz com que o resultado da expressão no () interno seja atribuído à variável soma. Se isso não for feito, a variável soma terá o valor da primeira parcela.

Observe que na criação da variável, não usamos $, mas em qualquer referência posterior, precisamos dela. Veja que é possível colocar a variável dentro de um texto entre “” ou concatená-la com o texto, deixando um espaço entre o texto e a variável.

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Como saber qual o modo de compatibilidade aceito pelo debhelper

Cenário: você está criando um pacote Debian para distribuir sua aplicação de modo mais amigável para os usuários desse sistema operacional e de distribuições baseadas nele.

Problema: Ao tentar criar o pacote com o comando debuild -us – uc, você se depara com uma falha, que contém a seguinte mensagem:

dpkg-checkbuilddeps: Dependências de construção não satisfeitas: debhelper (>= 8)

Onde 8 é o número constante no arquivo debian/compat.

Pergunta: se a versão do debhelper não é igual ou superior a 8, qual é exatamente a versão?

Resposta: edite o arquivo debian/control e comente a linha Build-Depends. Tente criar o pacote novamente. Você terá agora a seguinte mensagem de erro:

dh: Sorry, but 7 is the highest compatibility level supported by this debhelper.

Onde 7 é o número da compatibilidade aceita pelo debhelper que você está usando.

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Aprendendo Alemão

Desde o ano passado estou trabalhando em um projeto de software alemão. E diversas vezes, pesquisando tópicos anteriores e atuais para esclarecer dúvidas, tive que traduzir posts em alemão. Alemão é uma língua muito rica e interessante, mas parece complicada para quem só conhece inglês.

Durante uma divagação sobre o idioma, um colega me falou sobre uma história bem engraçada sobre uma dificuldade particular do alemão. Ela foi postada em um fórum em 2010 e parece que já foi copiada de outro lugar. Assim, não sei dizer quem é o autor original. A certeza sobre ser uma ficção vem do fato dela falar que os Hotentotes são australianos… na verdade eles são do sudoeste da África. Mas a ligação desse povo com a Alemanha é verdadeira, pois a Namíbia, que compreende a região dos Hotentotes, foi colonizada pelo Império Alemão até a Primeira Guerra Mundial.

Mas vamos lá. O importante não é veracidade da história. É como seus elementos são expressos em alemão.

“Para aqueles que querem aprender alemão:

A língua alemã é relativamente fácil. Assim dizem os professores de alemão na primeira lição da primeira aula: Crianças de 5 anos já falam alemão (na Alemanha, é claro :P ).

Vamos, por exemplo, pegar um livro em alemão… Neste caso, um magnífico volume, com capa dura, publicado em Dortmund e que fala sobre os usos e costumes dos aborígenes Hotentotes australianos (em Alemão “Hottentotten”). O livro fala que os cangurus (Beutelratten) são capturados e colocados em gaiolas (Kotter) e cobertos com uma tela (Lattengitter) para protegê-los do clima.

Essas gaiolas, em alemão, são chamadas “gaiolas cobertas com tela (Lattengitterkotter) e se elas possuem em seu interior um canguru (Beutelratten), seriam chamadas Lattengitterkotterbeutelratten.

Um dia, os Hotentotes prenderam um assassino (Attenteter) que matou uma mãe (Mutter) hotentote (Hottentottermutter), mãe de um garoto surdo e mudo (Stottertrottel).

Essa mulher, em alemão, é chamada Hottentottenstottertrottelmutter e nós chamamos, de maneira similarmente fácil, seu assassino: Hottentottenstottertrottelmutterattenteter.

Eles o colocaram em uma gaiola de canguru (Beutelrattenlattengitterkotter).

Mas, acidentalmente, o prisioneiro escapou. Após uma rápida busca, surge um Guerreiro Hotentote gritando:

_Nós capturamos um assassino (Attenteter).

_Qual? – pergunta o chefe aborígene

_Der Lattengitterkotterbeutelrattenattenteter – comenta o guerreiro

_O quê? O assassino que estava na gaiola de cangurus coberta com uma tela? – diz o chefe dos Hotentotes.

_Ja, der Hottentottenstottertrottelmutterattenteter – responde o aborígene – (o assassino da mãe do garoto que era surdo e mudo).

_Caramba!! – diz o chefe – Você poderia ter dito desde o início que você capturou o Hottentottenstottertrottelmutterlattengitterkottertobeutelrattenattenteter
(assassino da mãe do garoto surdo e mudo que estava na gaiola de cangurus coberta com uma tela).

Assiim, por meio deste exemplo, nós podemos ver que alemão é muito fácil e simples. Você precisa apenas de um pouco de interesse para aprender.

Auf wiedersehen.”

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Não fique preso à tecnologia

Filme: Homem de Ferro 2. Cena: Tony Stark recebeu alguns objetos pessoais de seu pai Howard Stark, dados por Nick Fury, o diretor da S.H.I.E.L.D. Entre os objetos está uma fita de vídeo, com uma gravação feita em 1974. Quando seu pai termina a mensagem para a Expo Stark, ele inicia uma outra mensagem para o filho. Nela, Howard diz que está limitado pela tecnologia de sua época, mas que Tony não, e por isso poderá realizar aquilo que ele projetou.

Howard Stark, pai de Tony Stark, o Homem de Ferro

Howard Stark, pai de Tony Stark, o Homem de Ferro

Tony está sendo envenado pelo paladium, o elemento utilizado no reator arc de seu peito, que o mantém vivo, desde que estilhaços de uma bomba se alojaram em seu peito, no Afeganistão. Ele precisa substituir o paladium por outro elemento químico, mas não existe um substituto disponível. A partir da mensagem do pai, Tony descobre que a maquete da Expo Stark é um esquema para a composição de um novo elemento químico. Ele cria um acelerador de partículas, e partir do esquema do pai, cria o novo elemento, que passa a usar em um novo reator.

Quero enfatizar a mensagem de Howard Stark, de que ele estava limitado pela tecnologia da época. Ela vale para o desenvolvimento de software. Nós também limitamos nossos projetos à tecnologia que temos disponível. Na verdade, é ainda pior que isso, ficamos presos a somente um tipo de tecnologia e passamos a criar arquitetura a partir de uma tecnologia existente, em vez de projetar a arquitetura e buscar as tecnologias que a implementam. Ficamos subjugados pelas soluções de software existentes e não inovamos por não desafiar as restrições que elas impõem.

Um arquiteto tem de ousar experimentar. Tem de ter uma atitude Oscar Niemeyer. Já pensaram se Niemeyer ficasse limitado às tecnologias de construção civil para conceber seus projetos. Ele viaja, ousa, depois verifica se é possível. Não sendo possível, pode rever o projeto. Mas ele não tem medo de ousar.

É natural que nos apeguemos ao passado, pois isso gera uma sensação de conforto. Aquilo que já vimos funcionar nos dá mais segurança. Não queremos arriscar, porque o sucesso é esquecido rapidamente, mas o fracasso é lembrado eternamente. Um sucesso não apaga um fracasso. Mas isso é decorrência do medo também, porque o fracasso sempre é uma possibilidade. Faz parte de qualquer empreendimento. Deve constar na avaliação de riscos. Mas não podemos trabalhos com risco zero. Conforme houver capacidade de recuperação, devemos tentar algo novo, algo inesperado.

Os primeiro carros eram parecidos com carruagens, porque esse era o modelo que o homem conhecia à época. Ele tentava criar uma carruagem sem cavalos. A medida que a lembrança das carruagens foi ficando mais distante, o carro começou a se tornar algo completamente diferente da carruagem. Mas mesmo assim, alguns ousavam. Veja a imagem abaixo.

O carro elétrico de Thomas Edison, de 1913

O carro elétrico de Thomas Edison, de 1913

Um carro elétrico, de 1913. Produzido pelo inventor da lâmpada, Thomas Edison. Na verdade, os carros elétricos existiam desde 1830. Nos Estados Unidos houve uma época em que havia estações de recarga de baterias, no lugar de postos de gasolina. Hoje estamos discutindo a poluição causada pelos veículos a gasolina e uma das barreiras para substitui-los por carros elétricos é a falta de estações de recarga. Depois de quase um século, vemos que Thomas Edison SEMPRE ESTEVE CERTO QUANTO AO CARRO ELÉTRICO. Porque ousou experimentar.

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